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SISTEMA PRECÁRIO | Sem vagas no semiaberto, assaltante de banco deixa a prisão no RS
Com diversos antecedentes criminais, Cristianinho, como é conhecido, é apontado como um "especialista em ataque à noite com explosivo".
Redação
por  Redação
30/07/2019 21:01 – atualizado há 3 meses
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O assaltante de bancos que chegou a ser considerado um dos 10 mais procurados do Rio Grande do Sul foi beneficiado com a progressão de regime e deixou a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas (Pasc) nesta segunda-feira (29). Condenado a 26 anos de prisão, estava preso desde 2017 quando foi capturado depois de fugir do regime semiaberto, no Instituto Penal de Canoas.

Conforme a decisão judicial, Cristiano Batistela deveria ia para o regime semiaberto a partir do dia 4 de julho. Como a Superintendência dos Serviços Penitenciários não o transferiu de local, o juiz Paulo Augusto Oliveira Irion determinou a soltura do preso. A condição é de que ele se apresente em até 48 horas à Susepe. Se mesmo assim não houve vaga no semiaberto, deverá ser incluindo no monitoramento eletrônico com uso de tornozeleira. Caso não compareça, será considerado foragido.

"Se não há vagas suficientes no regime semiaberto para o cumprimento da pena, o Judiciário não pode permanecer inerte. Além de cobrar do Executivo o cumprimento da lei, o magistrado deve ajustar a execução da pena ao espaço e vagas disponíveis" escreveu Irion na decisão.

Com diversos antecedentes criminais, Cristianinho, como é conhecido, é apontado como um "especialista em ataque à noite com explosivo". Segundo o titular da Delegacia de Roubos, delegado João Paulo Abreu, o último assalto a banco em que ele foi identificado como autor ocorreu há 10 anos.

Ele também participou do assalto ao banco Sicredi em Capitão, no Vale do Taquari, em 2005. Na ocasião, quatro criminosos morreram em confronto com a polícia. Por esse caso, foi sentenciado a oito anos de prisão. Ele ainda possui condenações por tentativa de homicídio, porte de arma e crimes contra a fé pública.

No histórico, ainda tem registros de fuga do sistema prisional. Além de 2016, quando escapou em Canoas, ele já havia conseguido fugir da Colônia Penal Agrícola de Venâncio Aires.


Colaborou: GZH

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