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Ex-namorado usou ácido fluorídrico para matar venezuelana em Caxias do Sul
Ariana Victoria Godoy Figuera foi morta em dezembro de 2019; autor confessou o crime.
GZH
por  GZH
10/01/2020 21:44 – atualizado há 2 meses
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Ácido fluorídrico foi a substância que causou a morte da venezuelana Ariana Victoria Godoy Figuera, 24 anos, no dia 13 de dezembro de 2019, no bairro Desvio Rizzo, em Caxias do Sul. A conclusão é de peritos do Instituto-Geral de Perícias (IGP) após análise das roupas e da bolsa da vítima. O ex-namorado Deives Lobato Braga, 36 anos, confessou ter jogado a substância no rosto de Ariana, que teve queimaduras internas nas vias aéreas e nos pulmões e morreu por asfixia.

O ácido fluorídrico costuma ser utilizado na produção de defensivos agrícolas e de diversos fármacos, como flouxetina ou Prozac. Apesar de não causar queimaduras muito extensas, a substância penetra na pele e ataca o cálcio dos ossos. Por ser volátil, o ácido pode ser aspirado, o que dificulta o combate aos seus efeitos.

Na época em que confessou o crime, Braga, que segue preso preventivamente, afirmou à polícia que não sabia qual produto havia utilizado para atacar Ariana, se limitou a dizer que o utilizava na poda de árvores e que derrubou sem querer o químico.

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