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ALVARO PEGORARO / FOLHA DO MATE
Casal que deu beijo em júri, após cinco tiros, precisa de tratamento, afirma psiquiatra
Agora o casal pretende oficializar o casamento. Julgado e condenado, ele vai cumprir o 7 anos em regime semiaberto.
Mateus Pirolli/Rádio Uirapuru
por  Mateus Pirolli/Rádio Uirapuru
31/01/2020 07:45 – atualizado há 2 meses
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A notícia de que uma mulher que levou cinco tiros do ex-companheiro e que durante o júri do mesmo o perdoou e o beijou na frente do Tribunal do Júri Popular, revoltou a população gaúcha. 

Quando todo o país faz campanha encorajando cada vez mais as mulheres, vítimas de agressões, a denunciar e ajudar a sociedade punir com mais rigor esse tipo de crime, a cena deixou jurados e a própria Justiça sem saber o que fazer.

O fato gerado em Venâncio Aires nesta semana, sugeriu a Rádio Uirapuru, de Passo Fundo, ouvir a opinião do renomado psiquiatra, Carlos Hecktheuer. "O casal precisa procurar tratamento urgente, pois essa história tem grandes chances de não terminar bem", disse o médico.

"Uma pessoa que ama jamais pega uma arma para matar a outra. Por outro lado, perdoar é sempre edificante, mas escolher viver de novo com quem um dia teve coragem para matar é algo que ascende a luz de alerta que algo está errado".

Carlos Hecktheuer citou casos de pessoas que se apaixonaram por seus sequestradores, o que é considerado um problema comportamental claro.

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