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Cidade
Datilógrafo: uma profissão que se adaptou ao mundo
Dia do Datilógrafo, comemorado em 24 de maio, traz história de vida de docente do Senac Gravataí
Assessoria Senac
por  Assessoria Senac
22/05/2020 14:00 – atualizado há 10 dias
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Antes dos computadores tomarem conta dos escritórios e casas, a revolução vinha através de outras teclas. Até o final do século XIX tudo era escrito à mão e isso gerava muito mais trabalho, retrabalhos e custos. A máquina de escrever mudou a realidade de tudo isso. A nova tecnologia era incomparável. Um datilógrafo bem treinado conseguia escrever cem palavras por minuto. E foi nessa realidade, há alguns anos atrás, que a Ana Claudia Napoli Rico, ex-aluna do Curso de Datilografia do Senac Cidade Baixa, onde hoje é a Faculdade Senac Porto Alegre, começou sua história. A escolha pelo curso de Datilografia foi seu primeiro passo.

“Quando tinha 16 anos queria entrar no mercado de trabalho. Cursava apenas o Ensino Médio e não tinha nada que pudesse me destacar no mercado”, conta a ex-aluna que também é docente no Senac Gravataí, além de bacharel em Administração de Empresas, licenciada em Pedagogia, pós-graduada em Docência para Cursos Técnicos e Sistemas de Gerenciamento Integrado (SGI). Sou Docente no Senac Gravataí.

A datilografia foi a porta de entrada para muita gente. Ser secretária era muito bem visto profissionalmente, então optar por um curso de datilógrafo poderia expandir as chances de colocação no mercado de trabalho. Saber escrever à máquina era um diferencial. “Assim que terminei meu curso comecei a divulgar meu currículo, e logo consegui um trabalho como Auxiliar de Escritório, trabalhando meio expediente”, conta a docente. Conseguir esse emprego foi um reflexo de uma boa escolha de curso. Em muitas seleções, era solicitado que se digitasse cartas, documentos ou notas fiscais. “Em meio de cinco concorrentes, todas mais velhas do que eu, consegui me destacar e ficar com a vaga. Desde então, nunca mais fiquei desempregada. A datilografia, além de me proporcionar muitas habilidades, me ajudou a me destacar mercado de trabalho”, completou a docente dos Cursos Técnicos de Gestão e Aprendizagem Profissional.

Porém, o profissional de datilografia precisou se adaptar. Com o advento da computação, as máquinas de escrever deram lugar aos teclados e a profissão foi perdendo seu espaço no mercado de trabalho. Os datilógrafos precisaram se tornar “tecladógrafos”, mas mantiveram suas expertises básicas e suas vontades de escrever um futuro profissional melhor. Para alguns, fica a saudade das teclas enferrujadas e já cansadas das máquinas de escrever. Para outros, a facilidade de escrever uma nova história diretamente de seus teclados macios e telas de celular.

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