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Segurança
PF sequestra cobertura de luxo que pertence a quadrilha de tráfico internacional, em Itapema
Foram sequestrados R$ 11 milhões em bens no Estado, incluindo uma cobertura de luxo num prédio de Itapema.
NSCTotal
por  NSCTotal
21/08/2020 19:04 – atualizado há 7 segundos
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A delegacia da Polícia Federal em Itajaí deflagrou nesta sexta-feira (21) a segunda fase da Operação Joias do Oceano, que tem como alvo a lavagem de dinheiro obtido com o tráfico internacional de drogas. 

Os bens pertencem a um homem preso em 2017, e condenado como um dos líderes de uma quadrilha que enviou mais de oito toneladas de cocaína usando os portos de Itajaí e Navegantes. A droga foi exportada para a países como Bélgica, Holanda, Itália, Espanha, Turquia e México.

No ano passado, a Polícia Federal deflagrou a primeira etapa da Operação Joias do Oceano para conter o esquema de lavagem de dinheiro, que prosseguia mesmo com a prisão dos líderes da quadrilha. Foram sequestrados mais de R$ 75 milhões em apartamentos, casas e veículos de luxo.

A investigação apontou, agora, que ainda havia outros bens e valores ocultos pelo investigado, que estavam em nome de empresas e de “laranjas”. A polícia apresentou pedido à Justiça, que deferiu um novo sequestro de bens e ativos. Além da cobertura em Itapema, também foi bloqueado um apartamento na mesma cidade, a sede de um clube recreativo em, terrenos, um sítio, valores aplicados como investimento em uma rede de laboratórios clínicos e um motorhome, usado em rodeios e feiras de exposição.

O mandado foi expedido pela 1ª Vara Federal de Itajaí. A expectativa é que os bens sejam encaminhados a leilão em breve.

Os bens que envolvem essas operações chamam atenção pelo valor. Na primeira etapa foram sequestrados imóveis, lanchas, iates, caminhões e carros – entre eles automóveis das marcas Porshe, Lamborghini e Ferrari. Em 2017, quando foi deflagrada a Operação Oceano Branco, que resultou na prisão dos líderes do grupo, um dos veículos sequestrados pela Polícia Federal foi uma Lamborghini Gallardo, avaliada em R$ 1 milhão. O carro estava na garagem de um edifício em Balneário Camboriú.

De acordo com a PF, os investigados poderão ter o crime de lavagem de dinheiro adicionado às suas penas.

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