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Economia
Após testes, Hong Kong libera frigorífico da Aurora para retomar embarques
Os testes realizados comprovaram a ausência de riscos de contaminação por Covid-19 na carne de frango produzida pelo frigorífico.
MB Comunicação
por  MB Comunicação
28/08/2020 18:04 – atualizado há 16 segundos
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As autoridades sanitárias de Hong Kong informaram, nesta sexta-feira (28), a liberação do SIF 601 da Aurora Alimentos, que havia sido temporariamente suspenso. Os testes realizados comprovaram a ausência de riscos de contaminação por Covid-19 na carne de frango produzida pelo frigorífico. O Centro para a Segurança dos Alimentos e o Departamento para Higiene de Alimentos e Meio Ambiente de Hong Kong emitiram a autorização para retomada nos embarques.

A decisão foi tomada após a apresentação de todos os esclarecimentos feitos pelo Ministério da Agricultura do Brasil, com o apoio da cooperativa e da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A autorização das importações provenientes da planta é comemorada pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin. “A retomada dos embarques comprova a segurança dos produtos brasileiros. O conhecimento técnico-científico prevaleceu. Todos os questionamentos foram esclarecidos”, avalia.

Conforme a Associação, a agroindústria é destaque entre os produtores de aves e de suínos do Brasil. Além disso, a Aurora Alimentos é um dos exemplos do bem sucedido trabalho empregado pelo setor produtivo para a preservação da saúde dos colaboradores e a garantia de qualidade dos alimentos em meio à pandemia.

Protocolos rígidos validados pelo Hospital Israelita Albert Einstein e a Portaria Interministerial n°19 (composta pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura, juntamente com a Secretaria Especial de Trabalho e Previdência) estabelecem os parâmetros que colocam os níveis de exigência empregados no Brasil entre os mais elevados no mundo.

“Ao mesmo tempo, é fundamental lembrar que a Organização Mundial da Saúde e os demais órgãos internacionais de saúde humana e animal indicam a ausência de risco de contaminação por meio dos alimentos. A ciência garante a total segurança ao consumidor final, o que é complementado pelos cuidados adotados pelas empresas em prol da saúde dos trabalhadores e para a segurança dos alimentos“, completa Santin.

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