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Economia
Cinco investimentos em renda fixa mais rentáveis que a poupança
Saiba mais sobre Títulos Públicos, CDB, Debêntures, Letras de Crédito e Recebíveis.
Experta Media Comunicação
por  Experta Media Comunicação
15/09/2020 18:58 – atualizado há 17 segundos
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Ativos de renda fixa, como a Poupança, são aqueles que rendem de maneira previamente determinada, seja por terem uma porcentagem estabelecida, seja por terem rentabilidade atrelada a algum índice.

Esses são seus diferenciais em relação à renda variável, na qual a rentabilidade não pode ser inteiramente controlada.

Mas o fato de ser fixa, não faz dessa modalidade totalmente previsível. Um investimento atrelado a um índice que oscila pode variar tanto quanto determinados ativos de renda variável.

Assim, vale a pena conhecer alguns dos investimentos mais interessantes do mercado de renda fixa, especialmente no que diz respeito à possibilidade de ter maior ganho em comparação com o que a Poupança oferece.

Títulos públicos

Ao fazer um investimento em renda fixa, a pessoa empresta seu dinheiro para alguém e recebe o mesmo valor acrescido de juros em uma data estabelecida. Os juros podem ser de diferentes tipos, dependendo do que o mercado oferece.

Entre os agentes que emitem títulos para empréstimos está o Governo Federal. Por meio do Tesouro Direto, ele arrecada recursos para investir em projetos de diferentes tipos.

O Tesouro Direto rende mais do que a Poupança porque permite a remuneração de acordo com índices, de maneira prefixada (quando a rentabilidade já é conhecida de antemão), pós-fixada (quando o retorno depende de uma referência) e de forma híbrida, na qual coexistem ambas as taxas. Em todos os casos, os resultados são melhores que os da Poupança.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

Além de ter rentabilidade diária, o CDB costuma estar atrelado ao CDI, índice de referência de rentabilidade de aplicações de renda fixa.

Quando isso acontece, enquanto a Poupança geralmente rende cerca de 70% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), o CDB, que pode ser oferecido sob diferentes possibilidades de remuneração, tende a aparecer como uma solução muito superior à oferecida pela Caderneta.

Existem ofertas que superam os 100% do CDI, chegando até a 120% do índice, o que pode representar um ganho 30% maior do que investindo na Poupança.

Letras de Crédito

As Letras de Crédito podem ser imobiliárias ou do agronegócio. De qualquer forma, seu funcionamento é o mesmo, ou seja, o investidor empresta dinheiro para uma instituição utilizar esses recursos no financiamento de projetos em um destes setores.

Um diferencial desse tipo de aplicação está na isenção no Imposto de Renda, o que torna tanto as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) quanto as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) muito atrativas.

Em comparação como a Poupança, a rentabilidade também costuma ser maior, podendo as Letras de Crédito serem prefixadas ou pós-fixadas.

Certificados de Recebíveis

Muito parecidos com as Letras de Crédito, os Certificados de Recebíveis também podem ser divididos entre os destinados ao setor imobiliário e do agronegócio.

Também são isentos de IR, mas são emitidos por empresas privadas, no caso, as chamadas securitizadoras.

Por se tratar de um tipo de aplicação que apresenta maior exposição ao risco em comparação com outros ativos de renda fixa, os Certificados de Recebíveis costumam remunerar acima dos títulos públicos, em especial, da Poupança.

Vale lembrar que para depósitos realizados antes de 4 de maio de 2012, a Poupança rende 0,5% ao mês mais a taxa referencial. Para depósitos posteriores a maio de 2012, ela rende 70% da Selic quando a taxa de juros estiver abaixo de 8,5% ao ano, e rende 0,5% ao mês + TR quando a Selic estiver acima de 8,5% ao ano.

Debêntures

Já as Debêntures são títulos de dívida de uma empresa. A ideia é que o investidor receba com juros o dinheiro que emprestou para a companhia.

Fazer esse tipo de operação é diferente de investir em ações, quando o investidor adquire parte da organização. Aplicando em debêntures, o valor emprestado é devolvido de acordo com critérios previamente estabelecidos, o que em nada se assemelha à rentabilidade da renda variável.

Existem debêntures prefixadas, pós-fixadas e híbridas, todas elas com resultados geralmente mais expressivos do que os da Poupança.

Por fim, embora a Poupança seja também um ativo de renda fixa, o fato é que, por conta de suas regras atuais de remuneração, em termos de rentabilidade, deixa a desejar na comparação com outras possibilidades tão acessíveis quanto ela.

Entender isso pode fazer o investidor encontrar soluções mais atrativas no mercado e, consequentemente, gerar melhores resultados para suas aplicações.

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