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Julio Mocellin/AU
Cidade
Alta ocupação de leitos de UTI e velocidade de contaminação levaram Erechim à bandeira preta
Jackson Arpini disse que pessoas mais jovens vêm contraindo a Covid-19 e morrido em decorrência da doença.
Leandro Vesoloski/Au
por  Leandro Vesoloski/Au
22/02/2021 09:32 – atualizado há 57 segundos
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Erechim não possui mais leitos públicos em UTI disponíveis para o tratamento de casos de Covid-19. A taxa de ocupação de leitos hospitalares foi o principal indicador que levou Erechim a bandeira preta.

O membro do Comitê Regional de Atenção a COVID da AMAU, Jackson Arpini, explicou que Erechim já teve maior número de casos ativos da doença, porém o que manteve a região em classificação mais branda no mapa do distanciamento controlado até então foi a menor taxa de ocupação hospitalar.

Jackson disse que a classificação em bandeira preta se dá através da avaliação de diversos indicadores analisados, mas basicamente o que levou Erechim a bandeira preta foi a possibilidade de sobrecarga do sistema de saúde e da alta velocidade de disseminação do vírus.

Sobre a possibilidade de abertura de novos leitos de UTI, Arpini disse que a grande dificuldade é encontrar mão de obra disponível. “Faltam profissionais médicos para atuar nestas unidades especializadas”. Ele explicou também que o cenário vem se alterando e que pessoas mais jovens vêm contraindo a Covid-19. “Essas pessoas mais jovens estão sendo acometidas pela doença, estão indo para a UTI e evoluindo a óbito, o que até então não acontecia” concluiu Jackson.

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