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Cidade
Procurador do Estado que atuou em Erechim defende tratamento precoce e critica fechamento do comércio
Rodinei Candeia disse que não adianta trancar as pessoas dentro de casa e defendeu o distanciamento vertical
Leandro Vesoloski
por  Leandro Vesoloski
04/03/2021 09:45 – atualizado há 44 segundos
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Defendido por uns e criticado por outros, o tratamento precoce contra COVID-19 é um assunto que sempre esteve em pauta desde o início da pandemia. Na manhã desta quinta-feira, 04, o Portal AU Online entrevistou ao vivo o procurador do Estado, Rodinei Candeia, que trabalhou em Erechim entre os anos de 2010 e 2019. Candeia que também a vereador em Passo Fundo, criticou a suspensão geral de atividades e defendeu o tratamento precoce contra o coronavírus.

Sobre a suspensão geral de atividades imposta pelo governo do Estado Rodinei Candeia disse que é um estudioso do tema e que até agora o fechamento do comércio não trouxe resultados na contenção da disseminação do vírus. “A Universidade de Pelotas fez um estudo sobre transmissibilidade e concluiu que a transmissão estava se dando dentro de casa”.

O procurador disse que não adianta trancar as pessoas dentro de casa e defendeu o distanciamento vertical. “Essa forma adotada pelo governo mascara a incompetência do poder público de fazer o monitoramento das pessoas infectadas com eficiência”, explicou.

Rodinei disse que o paciente tem o direito de exigir ao médico o tratamento precoce e explicou que o profissional também pode se negar a receitar o medicamento. Candeia recomendou que se um paciente desejar o tratamento precoce e não lhe for prescrito, ele pode trocar de médico. “É um direito da pessoa e ela tem que exigir”.

O procurador citou o exemplo da cidade de Jacutinga e disse que não há internações no município. “Não tem nenhum morto pela COVID e foi adotado o tratamento precoce no município”.

Rodinei Candeia finalizou dizendo que o processo de vacinação sofreu com a politização. Para ele a imunização é positiva e precisa ter sequência. “Tem que vacinar o máximo possível para diminuir no médio e longo prazo o agravamento da doença, as mortes e as internações”, concluiu o procurador.

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