Receba as notícias mais importantes do dia no WhatsApp. Receba de graça as notícias mais importantes do dia no seu WhatsApp.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Gente
Ministro do Supremo Edson Fachin arquiva inquérito e proíbe a Polícia Federal de investigar Toffoli
Fachin também proibiu novas investigações.
AE
por  AE
15/05/2021 18:38 – atualizado há 1 ano
Continua depois da publicidadePublicidade

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, negou nesta sexta-feira (14) o pedido da PF (Polícia Federal) para investigar o colega, ministro Dias Toffoli, que teve o nome citado em delação do ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

Fachin também proibiu novas investigações com base no depoimento, o que embasou o pedido de investigação da PF, até julgamento do processo pelo Plenário do STF, em 21 de maio.

Ele justificou barrar a investigação de acordo com manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre as delações de Cabral. A Procuradoria entrou com recurso em 11 de fevereiro contra o depoimento, por suspeitar que o ex-governador continua ocultando valores recebidos por meio de propina e corrupção.

“O entendimento é o de que esse fato viola “a boa-fé objetiva”, condição necessária à elaboração de acordos de colaboração”, escreveu o órgão, em nota. Por isso, segundo Fachin, o STF deve, neste momento, seguir o entendimento da PGR sobre a validade da delação.

Sérgio Cabral está preso desde novembro de 2016 , condenado em mais de 13 ações penais que impõem penas somadas de mais de 280 anos de reclusão.

Entre outras informações, o acordo de delação premiada do ex-governador acusa o ministro Dias Toffoli de ter recebido R$ 4 milhões para favorecer dois ex-prefeitos da capital carioca em processos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com base nessa delação, a PF pediu, no dia 11, abertura de inquérito contra o ministro.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE