Receba as notícias mais importantes do dia no WhatsApp. Receba de graça as notícias mais importantes do dia no seu WhatsApp.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Cidade
Documento para pessoas com transtorno do espectro autista começa a ser feito no Rio Grande do Sul
Usuários da Ciptea não terão nenhum custo para obtê-la.
Ascom Faders
por  Ascom Faders
18/06/2021 14:59 – atualizado há 12 dias
Continua depois da publicidadePublicidade

No Dia do Orgulho Autista, a Faders Acessibilidade e Inclusão passa a disponibilizar a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) em todo o Estado. A partir desta sexta-feira (18/6), as pessoas com TEA ou seus responsáveis já podem encaminhar os documentos necessários por meio de formulário on-line no site www.faders.rs.gov.br. Nesse endereço, o usuário encontrará também uma cartilha que explica passo a passo como proceder. Os usuários da Ciptea não terão nenhum custo para obtê-la.

Reprodução

De acordo com o presidente da Faders, Marquinho Lang, o documento atende aos requisitos da Lei Federal 13.977/2020, também conhecida como Lei Romeo Mion (em referência ao filho do apresentador Marcos Mion), e ainda traz inovações. “A Ciptea gaúcha terá um QR Code, em que será possível obter mais dados sobre a pessoa com TEA além daqueles que estão no documento físico, inclusive a geolocalização do endereço residencial”, explica.

Lang ressalta que, para pessoas que não têm acesso a internet, recomenda-se a busca por entidades como as Associações para Pessoas com TEA e as Apaes. “Nós já firmamos essa parceria com as associações e com as Apaes e já realizamos encontros explicando metodicamente como realizar o encaminhamento da Ciptea. Todos, em uma grande parceria, nos ajudarão nesse processo”, acrescenta.

A diretora-técnica da Faders, Ana Flávia Beckel Rigueira, ressalta que a implantação do documento ajudará na definição de políticas públicas para as pessoas com TEA. “Atualmente, não temos dados oficiais sobre o número de pessoas com autismo no Estado e no Brasil. Temos um número de pesquisas internacionais de que um em cada 54 nascidos possui transtorno do espectro autista. Com a Ciptea, poderemos criar um banco de dados que nos dará informações mais próximas da nossa realidade”, completa.

COMO FAZER A CIPTEA

1) Acessar o site da Faders Acessibilidade e Inclusão (www.faders.rs.gov.br)

2) Preencher o formulário disponível e anexar os seguintes documentos:

• Documento de identidade da pessoa com TEA
• Documento de identidade dos responsáveis legais
• Laudo médico com indicação do código da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID) comprovando o transtorno do espectro do autismo devidamente preenchido e com o nome completo da pessoa com TEA
• Fotografia formato 3 x 4 da pessoa com TEA

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
você pode gostar...