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Cidade
Getúlio Vargas decreta situação de emergência na área rural do município devido à estiagem
Já são registradas perdas nas lavouras de milho, soja, feijão, erva-mate, produção leiteira e pastagens.
Ascom Prefeitura de Getúlio Vargas
por  Ascom Prefeitura de Getúlio Vargas
14/01/2022 16:10 – atualizado há 3 dias
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O prefeito de Getúlio Vargas, Mauricio Soligo, ao lado do vice-prefeito Elgido Pasa e da secretária municipal de Administração, Tatiane Giaretta, assinou, na manhã desta sexta-feira, 14, o Decreto Nº 3.720, que declara situação de emergência na área rural do município de Getúlio Vargas afetada pela estiagem.

O decreto foi emitido considerando a ocorrência de condições climáticas adversas com distribuição irregular e a falta de chuva, que causa estiagem, a qual teve início no mês de novembro de 2021 e perdura até o momento, gerando grandes impactos negativos e perdas econômicas no setor agropecuário do município de Getúlio Vargas, conforme lauda técnico emitido pela Emater, que levou em conta as grandes perdas ocorridas também na agropecuária. A estiagem na área rural ocasionou a diminuição considerável da capacidade de exploração da água, causando perdas nas lavouras de milho, soja, feijão, erva-mate, produção leiteira e pastagens.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico também emitiu laudo técnico informando as medias tomadas para a minimização dos efeitos da estiagem que assola o município, assim como o Departamento de Assistência Social relatou a situação das comunidades do interior do município, onde se depara com a falta de água e os inúmeros prejuízos decorrentes em razão da falta de chuva. Está havendo escassez de água nas fontes naturais e açudes das propriedades rurais, fontes estas que abastecem o consumo humano e animal. Tudo isto ocasiona prejuízos econômicos e sociais constantes também no requerimento emitido pela Defesa Civil.

Conforme o decreto assinado pelo prefeito Mauricio Soligo está autorizada a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta aos desastres e a realização de campanas de arrecadação de recursos, junto à comunidade, com o objetivo de facilitar as ações de assistência à população afetada pelo desastre.

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