Receba as notícias mais importantes do dia no WhatsApp. Receba de graça as notícias mais importantes do dia no seu WhatsApp.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Rio Grande do Sul
Mesmo sem Alertas ou Avisos, Estado reforça importância da dose de reforço contra a Covid-19
É a nona semana sem Alertas ou Avisos no Estado.
Assessoria Gov/RS
por  Assessoria Gov/RS
11/05/2022 21:10 – atualizado há 46 segundos
Continua depois da publicidadePublicidade

O governador Ranolfo Vieira Júnior coordenou a reunião do Gabinete de Crise desta quarta-feira (11), que terminou sem emissão de Alertas ou Avisos no Sistema 3As de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul. É a nona semana sem Alertas ou Avisos no Estado.

O Gabinete de Crise identificou um leve aumento no número de casos confirmados no Estado. Embora não haja, neste momento, preocupação em relação a internações, o governo do Estado aponta a importância de que a população busque a dose de reforço da vacina contra a Covid-19. Cerca de 79,5% da população residente no RS está com o esquema vacinal primário (duas doses) completo, mas apenas 49,9% tomou a dose de reforço, completando o esquema vacinal.

Até o momento, 93,1% da população vacinável do Estado já recebeu pelo menos uma dose ou dose única; 84,8% está com o esquema primário completo (com a segunda dose ou dose única); e 53,2% das pessoas já receberam três doses do imunizante.

Na última semana, a média móvel de casos confirmados de Covid-19 cresceu em 15%. Com isso, a incidência semanal no Estado é 132,2 casos a cada 100 mil habitantes.

No mesmo período, o número de pacientes internados, entre suspeitos e confirmados, aumentou em 13 – 23 a mais, em leitos clínicos, e 10 a menos, em UTI. No momento, a taxa de ocupação das UTIs do RS é de 67,5%. Houve 44 óbitos na semana, média de 6,3 óbitos por dia.

A média móvel dos últimos sete dias de internados em leitos clínicos, entre suspeitos e confirmados, é de 341. Isso representa uma estabilidade percebida desde 25 de abril, embora exista elevação nos últimos três dias. Já a média móvel do mesmo período de internados em UTIs, entre suspeitos e confirmados, é de 139, o que também evidencia uma estabilidade nas últimas três semanas.

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE