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Pixabay
Rio Grande do Sul
Boletim epidemiológico informa mortalidade materna, infantil e fetal no RS
Dirigido aos gestores e profissionais de saúde e à sociedade gaúcha, o documento apresenta a Razão da Mortalidade Materna (RMM), que é o principal indicador para avaliar a qualidade da assistência às mulheres durante o pré-natal, parto e nascimento.
Ascom SES
por  Ascom SES
08/06/2022 15:20 – atualizado há 2 dias
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A Secretaria da Saúde (SES) lançou o Boletim Epidemiológico do Estado do Rio Grande do Sul de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal 2022, com as ocorrências dos óbitos em 2020 e as parciais de 2021. Dirigido aos gestores e profissionais de saúde e à sociedade gaúcha, o documento apresenta a Razão da Mortalidade Materna (RMM), que é o principal indicador para avaliar a qualidade da assistência às mulheres durante o pré-natal, parto e nascimento. O boletim também traz a Taxa de Mortalidade Infantil (TMI), que estima o risco de um nascido vivo morrer antes de um ano de vida e os percentuais de investigação de três tipos de óbitos.

Em 2020, o Rio Grande do Sul atingiu uma RMM de 41,4 óbitos/100.000 nascidos vivos, valor mais alto desde 2015, e uma TMI de 8,62 óbitos/1.000 nascidos vivos, menor valor desde 2015.

Os principais pontos tratados no Boletim Epidemiológico de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal 2022 são:

• O alto índice de mortes maternas por causas hemorrágicas;

• O aumento do número de cesáreas no Estado;

• Planejamento sexual e reprodutivo e a mortalidade materna;

• Covid-19 e os impactos na mortalidade materna;

• Taxas de Mortalidade Infantil por Região de Saúde;

• Percentuais de investigações dos óbitos infantis e fetais por Coordenadoria Regional de Saúde;

• Análise das principais causas de mortalidade infantil;

• Estratégias do Rio Grande do Sul para a prevenção de novos óbitos infantis evitáveis

O documento foi construído pelas áreas técnicas de Saúde da Criança e Saúde da Mulher, do Departamento de Atenção Primária e Políticas de Saúde(DAPPS) da SES/RS com o objetivo de divulgar esses dados e embasar o planejamento de ações de gestores municipais com vistas a reduzir os números de mortalidade materna, infantil e fetal no estado.

Acesse na íntegra o BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO sobre mortalidade materna, infantil e fetal 2022

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