PET

  • 14/12/2016 (19:09:32)

  • Repórter: Da Redação

Cuidados

Chegada do verão exige atenção com cães e gatos


Médica veterinária explica melhor forma de cuidar da saúde dos pets no período mais quente do ano
Pet pode ir à praia? E piscina, é perigoso? O cloro faz mal? Qual o melhor horário para tomar sol? Quantas vezes tenho que tosar e dar banho no verão? Com a chegada da estação mais quente do ano surgem também as dúvidas sobre a melhor forma de cuidar dos pets nesse período. Os tutores costumam se preocupar com o que é certo e errado para a saúde de cães e gatos nessa época do ano.

A médica veterinária da Petland Pinheiros, Fernanda Devito, dá dicas para os pets curtirem o verão com segurança.

Chegou a hora do passeio

Os cães e gatos devem evitar exposição ao sol entre 10h e 15h, já que nesse período há maior emissão de raios UV – que podem causar queimaduras e câncer de pele. O chão também fica muito quente no verão, então é necessário ficar atento para que o animal não queime as patinhas.

Precisa de protetor solar?



“O uso do protetor solar é importante para os pets especialmente os que tem a pele rosada e pouco pelo”, alerta a médica veterinária da Petland Pinheiros. Os tutores precisam tomar cuidado, principalmente, com as partes mais expostas dos cães e gatos, como o focinho e as orelhas. “O filtro solar deve ser acima do fator 30 e se o cão entrar na água é necessário reaplicar o produto”, completa.

Banho e tosa para refrescar

De acordo com a especialista, “os banhos ajudam os animais a se sentirem mais dispostos e frescos no calor, portanto, aumentar a frequência pode beneficiar o animal”. Além disso, nos dias quentes os pets passam a brincar muito tempo ao ar livre e tendem a se sujar mais, consequentemente há necessidade de serem higienizados mais vezes.

Já a tosa é importante porque os pelos costumam esquentar a pele dos animais, podendo até causar alergias e infecções. “O pelo e o subpelo dos pets são como isolantes térmicos que os protegem das baixas temperaturas, com isso, é ideal que o pet esteja tosado para que ele não sinta ainda mais os efeitos das temperaturas elevadas”, explica. A quantidade de tosas, no entanto, depende da rapidez com que o pelo cresce - que pode variar de acordo com a raça.

Nesse período de fim de ano os petshops costumam ficar com as agendas cheias, mas os tutores podem usar aplicativos para agendar banho e tosa, como o Pet Booking (www.petbooking.com.br) – que reúne diversos prestadores de serviço para pets e funciona 24 horas por dia. “É uma forma de driblar as agendas cheias e encontrar especialistas certificados para o serviço”, conta a médica veterinária.

Piscina: os pets também podem nadar?
Cachorros são ótimos nadadores, mas precisam ser supervisionados na hora da diversão para evitar qualquer acidente. “O ideal é que a piscina não seja muito funda e que tenha degraus para facilitar a saída dos pets”, alerta a Dra. Fernanda Devito. Com os filhotes o cuidado deve ser redobrado: como são pequenos eles só devem entrar na água com algum acompanhante. Ainda de acordo com a médica veterinária, após o “mergulho” do animal o tutor deve lavá-lo com água abundante para tirar o excesso do cloro e outras substâncias. Para manter o pelo dos bichinhos hidratado os donos podem usar condicionadores específicos.

A especialista da Petland Pinheiros também faz um alerta sobre água nos ouvidos. Se o animal ficar chocalhando muito a cabeça ou coçando as orelhas, o dono deve procurar um médico veterinário, já que o pet pode estar com alguma infecção, que pode causar dor ou incomodo.