ESPORTES

  • 03/03/2019 (19:33:37)

  • Globo Esporte

  • Fotógrafo: Infoesporte

Quatro dos sete técnicos brasileiros na Libertadores são gaúchos.

E ainda há um "quinto elemento"...

Fase de grupos começa nesta terça-feira com Felipão (Palmeiras), Mano (Cruzeiro), Renato (Grêmio) e Tiago Nunes (Athletico), além do "quase gaúcho" Odair Hellmann (Inter), em destaque

A fase de grupos da Libertadores começa na terça-feira com sete times brasileiros envolvidos. 

Atlético Paranaense, Atlético MG, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Inter e Palmeiras. Desses sete, quatro têm treinadores gaúchos e um outro é comandado por um catarinense que fez toda a sua carreira no Rio Grande do Sul.

Luiz Felipe Scolari (Palmeiras), Mano Menezes (Cruzeiro), Renato Portaluppi (Grêmio) e Tiago Nunes (Atletico), além do "quase gaúcho" Odair Hellmann (Inter), formam a "escola gaúcha" de treinadores brasileiros na Libertadores 2019. As exceções são o paranaense Levir Culpi (do Atlético-MG) e o carioca Abel Braga (atualmente no Flamengo, mas com larga identificação com o Internacional).

O retrospecto é bom: Felipão e Renato já têm títulos de Libertadores no currículo, Mano tem se aproximado cada vez mais, e os novatos Tiago Nunes e Odair Hellmann deixaram ótima impressão na temporada passada - Tiago, aliás, conquistou a Copa Sul-Americana com o Furacão.

- A gente é formado pra pensar muito no todo, na coletividade, na importância do coletivo para o bem estar individual. Não sei se é do estado ou da formação, mas coincidentemente os treinadores gaúchos têm por si questões estratégicas e táticas muito enraizadas, não aceitam que alguém não se esforce tanto e acabe atrapalhando as questões coletivas - diz Tiago Nunes.

O São Paulo, time brasileiro que caiu na fase prévia da Libertadores, também era comandado por um gaúcho: André Jardine, afastado do cargo logo após a eliminação.