SAÚDE

  • 26/03/2019 (10:10:17)

  • Da Redação

  • Repórter: Ascom

Combate ao Aedes aegypti

Programa de combate à dengue consegue zerar focos do mosquito em Piratuba

Trabalho intenso mesmo em épocas de frio, que é o período que o mosquito tem menos chances de se proliferar. Instalação de armadilhas e ações conhecidas tecnicamente como buscativas. Estes são os ingredientes apontados pelo Programa de Combate à Dengue da Secretaria de Saúde de Piratuba, que pela primeira vez nos últimos anos, conseguiu zerar os focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre amarela urbana.

A informação é da Secretaria da Saúde de Piratuba, que fez um levantamento minucioso nos dois últimos anos: Pelos dados em 2017 foram detectados sete focos do mosquito. Já em 2018 foram apenas três focos localizados. Agora pelo novo mapeamento do Programa de Combate à Dengue, não houve notificação de criadouros do mosquito.

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e da febre amarela urbana é originário da África. Se espalhou pelo Brasil, fazendo as primeiras vítimas em 1996. Facilmente confundido com um pernilongo, vive em média 30 dias. Neste período uma fêmea da espécie, chega a colocar entre 150 e 200 ovos.

Os locais preferidos para a postura são objetos que armazenem a água da chuva, como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas e até mesmo pratos sob vasos de plantas. Daí a expressão: Não deixe água parada.

Nesta semana, o servidor Júlio Cesar de Moura, coordenador do Programa de Combate à Dengue, se reuniu com o secretário de Saúde Vanderlei Weber, para dar a boa notícia. A equipe atribui o trabalho bem sucedido às atividades de campo como o monitoramento de áreas suscetíveis ao surgimento do mosquito, além das campanhas de conscientização com a comunidade.

Para Vanderlei Weber, o importante agora é manter o Programa de Combate à Dengue ativo e continuar as ações de alerta aos piratubenses.