EDUCAÇÃO

  • 28/04/2019 (18:30:47)

  • Repórter: Wagner Lenhardt/Assessoria

Arquitetura e Urbanismo

Acadêmicos da UFFS realizam viagem de estudos em Ilópolis

Atividade com alunos de Arquitetura e Urbanismo compõe o Grupo de Estudos Vivências Arquitetônicas

Acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFFS – Campus Erechim realizaram, no mês de março, uma viagem de estudos ao município de Ilópolis-RS. O foco das observações foi o Museu do Pão, projetado pelo escritório Brasil Arquitetura.

De acordo com a professora Renata Franceschet Goettems, o escritório é referência em projetos de concurso. Ao mesmo tempo, o local visitado possui grande valor histórico e cultural. “A criação do museu partiu do interesse de valorizar estruturas de antigos moinhos, quase desativados naquela região”, explica Renata. “O projeto engloba a restauração do moinho Colognese, a criação de uma estrutura para servir como apoio, museu de memória e oficina de panificação, bem como a criação de uma rota turística para visitação de outros moinhos da região.”

No total, 35 alunos do curso da UFFS participaram da viagem. Além do Museu do Pão, foram visitados o Parque do Ibama, a Igreja Matriz, a Praça Itália e o lago verde. A atividade faz parte de uma ação maior do Grupo de Estudos Vivências Arquitetônicas, que tem por objetivo criar roteiros de viagem para o estudante de arquitetura. Em conjunto com o Diretório Acadêmico do curso, o grupo está organizando pequenas viagens de reconhecimento de edificações, paisagens e modelos urbanos, tanto no Rio Grande do Sul como em outros estados.

Ações estas que são de suma importância para os futuros arquitetos e urbanistas, segundo Renata. “As viagens de estudo propiciam o contato direto com obras estudadas em sala de aula, acrescentam conhecimento e facilitam a compreensão no que diz respeito a tipologias arquitetônicas, urbanísticas e paisagísticas; emprego de diferentes materiais na construção; no entendimento de sistemas construtivos; e ainda possibilitam relacionar o objeto arquitetônico com a vida cotidiana do local, entendendo as dinâmicas (re)criadas a partir da implantação, restauração ou manutenção de edificações”, completa a docente.