CIDADE

  • 08/07/2019 (18:58:43)

  • Repórter: Secom/Piratini

  • Fotógrafo: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

Polícia Civil forma 412 escrivães e inspetores que passam a atuar neste mês

A população gaúcha passou a contar, a partir desta segunda-feira (8/7), com novo reforço na área da Segurança Pública. Na presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, e da chefe da Polícia Civil, Nadine Anflor, a Academia de Polícia Civil (Acadepol) formou 412 novos policiais civis, cuja nomeação já foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta segunda.

No total, foram nomeados 205 inspetores e 207 escrivães de Polícia Civil. Os alunos fazem parte das 52ª e 53ª turmas de inspetores e escrivães da Acadepol. O curso de formação teve duração de seis meses, com início em dezembro do ano passado. Mais de 44 mil candidatos disputaram 1,2 mil vagas (600 para cada cargo), sendo que os 431 primeiros colocados foram selecionados para fazer o curso.

Em primeiro lugar, o governador Eduardo Leite agradeceu aos alunos e aos servidores da segurança em geral por escolherem atuar em uma missão como essa, que exige sacrifícios pessoais, do convívio familiar e, eventualmente, da própria vida, para que a sociedade possa desfrutar de paz e de tranquilidade.

“Sabemos o quanto podemos interferir positivamente na vida das pessoas. Não podemos, no exercício da função, esquecer que, por trás dos números, existem rostos e pessoas, com demandas e expectativas”, afirmou.

Leite ressaltou a queda nos índices de criminalidade, que muito devem ao esforço e à dedicação dos agentes da segurança pública. Em junho, os indicadores criminais  mais recentes, confirmaram tendência de queda na maioria dos delitos no RS.

Os dados mostraram redução de 71% nos latrocínios em Porto Alegre entre janeiro e maio de 2019, com dois casos, em relação ao mesmo período do ano anterior, quando houve sete ocorrências.

Também houve retração expressiva nos dados do Estado, que cortou pela metade os roubos com morte em maio, de oito para quatro – o menor número para o mês desde que a contagem de crimes foi iniciada, em 2002.