SAÚDE

  • 02/12/2019 (16:40:08)

  • Repórter: Da Redação

ALERTA EM HOSPITAL DE ERECHIM

Funcionários do Santa Terezinha suspeitos de terem contraído doença estranha começam a ser liberados pelos médicos

Contágio por doença que matou paciente ainda não está totalmente afastado, mas exames ainda não foram conclusivos

Desde sexta-feira(29), cinco funcionários do mesmo plantão do pronto sococrro do Hospital Santa Terezinha de Erechim, ficaram internados por causa de sintomas parecidos e ainda sem diagnóstico. 

Em um primeiro momento da internação, todos ficaram em isolamento, uma providência normal nesses casos. Segundo a direção do HST, foram feitas coletas de material em diversos períodos nos últimos quatro dias para se chegar ao diagnóstico, o que ainda não foi possível. Parte dos funcionários que estavam internados receberam alta na tarde desta segunda-feira(2) e outros permanecem em observação sem agravamento do quadro clínico anterior. 

Segundo uma enfermeira do Serviço de Segurança e Medicina do Trabalho da instituição, já está afastado um suposto caso de H1N1. Os resultados de exames que somados a sintomas do grupo levou os médicos a afastar qualquer ligação com a doença. Alguns exames vão demorar alguns dias para serem conclusivos e até lá não haverá um diagnóstico apontado. 

A mesma fonte informa que não há razão para pânico e que os procedimentos adotados fazem parte de um protocolo obrigatório a ser seguido em casas de tratamento de saúde. Não há até o momento qualquer dado laboratorial ou de sintomas dos cinco funcionários que atenderam no plantão da quarta-feira (27), de um paciente que recebeu atendimento e morreu durante os procedimentos.

A direção explica que entre os cinco funcionários que apresentaram sintomas parecidos e permaneceram em observação e tratamento desde sexta-feira última, há quem não teve nenhum contato com o referido paciente, outro que não estava no mesmo ambiente e outros da mesma equipe, que tiveram contatos, participaram do atendimento a esse paciente e que não apresentaram nenhuma queixa de sintomas parecidos com os do grupo em questão. 
A direção do hospital confirmou que todos os procedimentos determinados por protocolos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde foram realizados dentro do previsto, em tempo e conformidade e que só exames laboratoriais vão identificar o fato.