Associação Erechinense de Voleibol apresenta trabalho desenvolvido com mais de 500 atletas em Erechim

Prefeito Paulo Polis recebeu representantes da AEV no Salão Nobre e destacou a importância do esporte como ferramenta de educação, desenvolvimento e transformação social.

Por Comunicação PME Publicado em há 9 horas

O prefeito de Erechim, Paulo Polis, recebeu, nesta segunda-feira (14), no Salão Nobre da Prefeitura, integrantes da Associação Erechinense de Voleibol (AEV), entidade com 15 anos de atuação no município que desenvolve um trabalho que alia esporte, educação e formação cidadã.

Participaram do encontro o presidente da AEV, Evandro Fhynbeen; a administradora, Amanda Santa Catarina; o fundador e treinador, Lucas Pilar; e os integrantes da diretoria Gleison Zardo e Ivonei Fávero.

Atualmente, a Associação atende cerca de 520 atletas, em diferentes categorias, do mini-vôlei ao adulto, contemplando equipes masculinas e femininas. As atividades são desenvolvidas em seis núcleos de treinamento: Escola João Caruso, Escola Haidêe, Escola São José, Escola Medianeira, Bairro Atlântico e Escola D. Pedro II.

Ao longo da trajetória, a AEV também consolidou participação em competições de diferentes níveis, contabilizando presença em mais de 80 etapas, incluindo eventos promovidos pela Federação Gaúcha de Voleibol.

Mais do que a formação de atletas, o trabalho desenvolvido pela entidade tem como foco a educação por meio do esporte. A proposta busca estimular, desde cedo, valores e atitudes que contribuem para a formação das crianças e adolescentes, como respeito aos colegas, treinadores e árbitros, responsabilidade, disciplina e cuidado com os espaços coletivos.

Para o prefeito Paulo Polis, iniciativas como a da AEV demonstram que o esporte pode ir muito além da competição, contribuindo diretamente para o desenvolvimento integral das crianças e jovens. “São 15 anos construindo uma trajetória, formando atletas e, principalmente, formando cidadãos. Quando uma criança aprende a respeitar um colega, a ouvir um treinador, a reconhecer a autoridade de um árbitro e até mesmo a cuidar e manter limpo o espaço onde pratica esporte, estamos falando de uma educação que ultrapassa a quadra”, destacou.

Fotos: Valquíria Michelin – Comunicação PME