Receba as notícias mais importantes do dia no WhatsApp. Receba de graça as notícias mais importantes do dia no seu WhatsApp.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Divulgação/FIERS
Economia
Atividade industrial ainda não mostra sinais de retomada no RS
IDI-RS divulgado pela FIERGS registra queda de 0,8%. Resultado leva a atividade industrial no RS no mês aos patamares de março de 2018.
Imprensa/FIERGS
por  Imprensa/FIERGS
16/01/2020 15:49 – atualizado há 1 mês
Continua depois da publicidadePublicidade

O Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS) divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), nesta quinta-feira (16), feito o ajuste sazonal, mostra uma queda de 0,8% em novembro de 2019, na comparação com outubro, quando já havia recuado 1,1%. O resultado revela uma nova fase de declínio a partir de junho de 2019, o que leva a atividade industrial no RS no mês aos patamares de março de 2018.

A tendência negativa do IDI-RS é confirmada em todas as bases de comparação utilizadas para a pesquisa de novembro. A média móvel trimestral, usada para apurar tendências e diminuir a volatilidade mensal, mostra queda há cinco meses (foi de -0,6% no penúltimo mês do ano passado). Além disso, dos seis componentes do IDI-RS, nenhum cresceu em novembro: foram negativos os desempenhos das compras industriais (-8,4%), do faturamento real (-2,5%), da massa salarial real (-0,4%) e da utilização da capacidade instalada-UCI (-0,6 ponto percentual e 81,2% de grau médio). As horas trabalhadas e o emprego ficaram estáveis.

Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o IDI-RS caiu 3,5% em novembro. Também nessa métrica, são cinco quedas nos últimos seis meses. Esse comportamento levou à desaceleração do crescimento do IDI-RS para 0,4% em novembro, com altas restritas aos indicadores de faturamento real (3,5%) e UCI (um ponto percentual).

Por fim, no acumulado de janeiro a novembro de 2019, em relação ao mesmo período de 2018, chama atenção o perfil disseminado de resultados negativos, em dez dos 17 setores pesquisados. A expansão da atividade é sustentada, principalmente, por Veículos automotores (9,6%) e, em menor medida, por Couros e calçados (4,5%) e Equipamentos de informática e eletrônicos (7,6%). Os destaques negativos ficaram com Químicos e derivados de petróleo (-1,3%), Máquinas e equipamentos (-5,2%), Têxteis
(-6%), Metalurgia (-7,7%) e Vestuário e acessórios (-8,1%).

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE