LITERATURA E FÉ
De volta a Erechim, escritor retorna às origens para lançar livro sobre sua própria história
Franco Vasconcellos e Souza nasceu na cidade, construiu sua trajetória longe daqui e volta neste sábado (10) para apresentar “Não Sou Guerreiro (Mas Sei Quem Peleja Minhas Peleias)”, obra marcada por memórias, dificuldades, sonhos e fé
Há lançamentos de livros que representam o início de uma nova etapa. Outros também significam um retorno. Para o jornalista Franco Vasconcellos e Souza, a apresentação de “Não Sou Guerreiro (Mas Sei Quem Peleja Minhas Peleias)” em Erechim reúne um pouco dos dois.
Nascido em Erechim, o autor apresenta seu livro, obra em que transforma experiências pessoais, desafios e fé em um relato autobiográfico

Franco retorna às suas origens neste sábado, 10 de outubro, para apresentar uma obra construída a partir da própria trajetória. O lançamento será realizado a partir das 16h, no salão Safira do Blue Open Hotel, em Erechim.
Para Franco, porém, Erechim não é apenas mais uma cidade no roteiro de divulgação. É onde sua história começou. E talvez por isso o lançamento tenha um significado diferente: depois de transformar experiências, dificuldades e fé em palavras, o escritor retorna para apresentar sua obra às pessoas e ao lugar que fazem parte das primeiras páginas de sua vida.
“É uma honra e um privilégio lançar meu livro em Erechim, a cidade onde nasci. Voltar com essas páginas nas mãos tem um significado muito especial: é compartilhar uma parte da minha vida com o lugar que faz parte de quem eu sou”, conta.
Uma vida transformada em páginas
O livro tem caráter autobiográfico. Franco revisita momentos de sua trajetória, incluindo desafios pessoais, tratamentos de saúde e cirurgias, mas não se apresenta como alguém que venceu tudo sozinho. É justamente daí que nasce o título.

Ao dizer que “não é guerreiro”, o autor desloca o protagonismo das batalhas que enfrentou para a fé que sustenta sua narrativa. Na leitura que faz da própria vida, Deus esteve presente nas dificuldades e nos momentos em que seguir adiante parecia mais difícil.
Assim, o livro não se limita a uma sequência de acontecimentos. É também a maneira encontrada pelo escritor para olhar para trás, compreender o caminho percorrido e registrar aquilo em que acredita. E existe uma simbologia particular em fazer isso justamente em Erechim.
O menino que nasceu aqui seguiu seu caminho, construiu outra vida, acumulou experiências e viu sonhos mudarem ao longo dos anos. Agora retorna à cidade como escritor, carregando uma obra que não existiria sem tudo aquilo que viveu entre a partida e a volta.
Onde a história começou
O lançamento deste sábado será também um reencontro.Familiares, amigos, conhecidos e leitores poderão conhecer a obra e conversar com Franco sobre uma trajetória que começa em Erechim, passa por diferentes capítulos e agora, de alguma maneira, volta ao ponto de partida.

Talvez seja essa a imagem que melhor traduza o momento: voltar às origens com a própria história nas mãos.
Não para encerrar um ciclo, mas para compartilhar aquilo que a vida escreveu — e que Franco decidiu transformar em livro.