Inteligência Artificial e formação profissional pautam Aula Inaugural de Educação Física na URI Erechim

A palestra principal foi conduzida pelo professor Dr. Cássio Luciano Baratieri, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da URI, com o tema “A Inteligência Artificial e o papel do profissional de Educação Física”, aproximando os acadêmicos de discussões atuais relacionadas à tecnologia.

Por Ascom URI Publicado em há 6 horas

A Aula Inaugural do curso de Educação Física Bacharelado da URI Erechim reuniu acadêmicos e professores na noite de terça-feira, 7 de abril, no Auditório do Prédio 8, em proposta voltada à reflexão sobre os desafios contemporâneos da formação profissional.

A atividade foi apresentada pelo professor e coordenador do curso, Flávio Zambonatto, que deu as boas-vindas aos estudantes, especialmente aos ingressantes de 2026, com menção ao início de uma nova etapa acadêmica e incentivo a uma postura ao longo da formação.

A palestra principal foi conduzida pelo professor Dr. Cássio Luciano Baratieri, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da URI, com o tema “A Inteligência Artificial e o papel do profissional de Educação Física”, aproximando os acadêmicos de discussões atuais relacionadas à tecnologia.

Durante a exposição, o palestrante levantou questionamentos ao público, como: “A inteligência artificial substituirá o profissional de Educação Física?”, apontando que algumas áreas poderão não ser substituídas, mas modificadas.

Também foram apresentados conceitos sobre inteligência artificial, suas aplicações e possíveis impactos em áreas como treinamento personalizado, avaliação física, prevenção de lesões e monitoramento de desempenho.

A temática incluiu reflexões sobre a transformação digital, com impactos em diferentes áreas profissionais. Exemplos do uso da inteligência artificial no cotidiano, como assistentes virtuais, plataformas de streaming e aplicativos de monitoramento de saúde, foram mencionados.

O palestrante fez referência a tecnologias como sensores inteligentes, internet das coisas, realidade virtual e análise de dados, ampliando possibilidades no campo da Educação Física.

A discussão indicou a atuação da inteligência artificial de forma complementar ao trabalho humano, relacionada à interpretação de dados, adaptação de estratégias e manutenção do vínculo humano no atendimento.

O debate envolveu questões éticas sobre uso de dados, privacidade e limites da tecnologia. “A IA não veio para substituir o humano, mas para ampliar o que podemos fazer”, pontuou o professor.