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Mauro Schaefer / CP memória
Rio Grande do Sul
Litoral gaúcho registra mais de 2,3 mil casos de queimaduras por águas-vivas
Na temporada anterior foram, ao todo, 111.417 ocorrências foram relatadas por banhistas.
CP
por  CP
25/12/2019 18:12 – atualizado há 1 mês
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É comum ver veranistas desviando de águas-vivas – ou mães d’água, como costumamos dizer no Rio Grande do Sul – mortas nas areias do litoral gaúcho. A preocupação maior mesmo é quando estão na água e bem vivas. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do RS (CBMRS), desde o início da operação RS Verão Total, no sábado, até a tarde desta quarta-feira, 1401 pessoas sofreram queimaduras por contato com os animais marinhos, também chamados de medusas.

O chefe da assessoria de operações do RS Verão Total, major Isandré Antunes, diz que o número é um pouco menor do que o ano passado, mas dentro do mesmo padrão que o mesmo período de 2018. “Na temporada anterior foram, ao todo, 111.417 ocorrências relatadas por banhistas”, enumera. Antunes explica que o fenômeno é geral no Estado, não acontece mais em uma região específica.

Os banhistas que sofrerem ataques do tipo são orientados a se dirigirem imediatamente a uma guarita de guarda-vidas, todas elas disponibilizam vinagre, que proporciona o alívio imediato da dor.

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