Pix por aproximação cresce, mas ainda é pouco usado no Brasil

Modalidade ainda representa parcela mínima das transações, mas registra crescimento gradual e aposta na rapidez para conquistar usuários.

Por Redação Publicado em 01/03/2026 21:43 - Atualizado em 01/03/2026 21:46

Criado para agilizar pagamentos, o Pix por aproximação completa um ano com baixa adesão. Em janeiro, a modalidade representou apenas 0,01% das 6,33 bilhões de transações Pix e 0,02% dos R$ 2,69 trilhões movimentados, segundo o Banco Central do Brasil.

Apesar da participação ainda pequena, os números mostram crescimento. Em julho de 2025, eram 35,3 mil operações; em novembro, o volume superou 1 milhão pela primeira vez. Os valores também avançaram, saltando de R$ 95,1 mil no início para mais de R$ 133 milhões em dezembro.

O BC fixou limite padrão de R$ 500 por transação via Google Pay, mas os bancos podem permitir ajustes nos próprios aplicativos. A modalidade se destaca pela rapidez — basta aproximar o celular com NFC ativado —, porém especialistas alertam para atenção redobrada quando o Pix é feito na função crédito, que pode incluir cobrança de juros.