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Economia
Preços usados para cálculo do ICMS dos combustíveis sobem na quinta-feira no RS
Aumento vale para gasolina, diesel, etanol e GNV.
Rádio Guaíba
por  Rádio Guaíba
13/01/2020 13:28 – atualizado há 4 dias
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O preço usado para cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis sobe novamente a partir da próxima quinta-feira (16) no Rio Grande do Sul. Conforme o Sindicato Intermunicipal do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Rio Grande do Sul (Sulpetro), o preço de pauta para a gasolina sobe R$ 4,71 para R$ 4,77. Os demais combustíveis como diesel, etanol e GNV também terão aumento.

De acordo com o último levantamento de preços realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), o litro da gasolina estava custando, em média, R$ 4,76 no RS. O valor mais alto encontrado em solo gaúcho foi de R$ 5,46, na cidade de Bagé. Já o valor mais baixo foi em R$ 4,34 em Passo Fundo.

Confira os valores para cálculo do ICMS a partir de 16/01:

  • Gasolina C – De R$ 4,7186 passa para R$ 4,7758
  • Gasolina Premium – De R$ 6,9411 passa para R$ 6,9971
  • Diesel S 10 – De R$ 3,7219 passa para R$ 3,7880
  • Diesel S 500 – De R$ R$ 3,6428 passa para 3,7068
  • Etanol (AEHC) – De R$ 4,2011 passa para R$ 4,2761
  • GNV – De R$ 3,5793 passa para R$ 3,5862

Leite acredita na diminuição de impostos no RS

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite afirmou, na semana passada, que acredita na diminuição de impostos ao final deste ano. Ele ressaltou que as reformas propostas na Assembleia Legislativa podem fazer com que o governo do Estado possa, a partir do ajuste fiscal, reduzir impostos. “Nós queremos garantir competitividade a partir do ajuste fiscal para reduzir impostos. Estamos fortemente comprometidos com a redução de impostos. No final deste ano se encerra a política de regime extraordinário de ICMS, e a nossa firme disposição, com as reformas sendo aprovadas, é que não haja renovação dessas alíquotas”, afirma o governador.

Leite disse que a intenção não é apenas acabar com a majoração, mas reduzir outros tributos, o que na opinião dele vai garantir mais investimentos no Rio Grande do Sul.

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