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Educação
Reajuste do piso nacional dos professores pode alterar negociações sobre fim da greve
O anúncio do Ministério da Educação foi feito no mesmo dia em que no RS o governador sentou à mesa de negociações com dirigentes do Cpers.
Redação
por  Redação
08/01/2020 11:13 – atualizado há 1 mês
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O anúncio ontem(7) por parte do Ministério da Educação do reajuste do piso nacional dos professores em 12,84%, provocou reação de prefeitos e governadores. O valor mínimo do magistério passa de R$ 2.557,74 para R$ 2.886, a partir de 15 em janeiro de 2020.A alegação é de que tanto prefeituras como governos estaduais não tinham esta previsão em orçamento e defendem que o percentual de majoração seja o índice da inflação.

O anúncio do Ministério da Educação foi feito no mesmo dia em que no RS o governador sentou à mesa de negociações com dirigentes do Cpers para encerrar a greve de professores.

A elevação do investimento, de R$ 3.238,52 per capita para R$ 3.440,29, incide diretamente na atualização do salário inicial dos professores.

O aumento afeta 12 das novas faixas salariais, abrangendo os professores que estariam enquadrados nos níveis 1, 2 e 3 e em todas as classes, de A a F. Para a presidente do Cpers, Helenir Schürer, a medida obriga o governo do Estado a corrigir os vencimentos básicos do magistério e reforça a oposição da categoria ao plano de carreira.

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