A Advocacia-Geral da União ampliou ações para obrigar condenados por feminicídio a ressarcirem a União pelos gastos com pensões por morte pagas pelo INSS. O número de processos cresceu oito vezes em três anos, chegando a 100 casos.
Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, o objetivo é cruzar dados para cobrar dos agressores todos os benefícios pagos, além de evitar que eles recebam pensão. A medida também busca efeito preventivo e já gerou expectativa de recuperar cerca de R$ 25 milhões aos cofres públicos.